Histórias de fé e de esperança parte 1

Histórias de fé e de esperança parte 1

PECADO

 O  FLAUTISTA  QUE  NÃO  TOCAVA

 Há muitos anos atrás, na velha China, viveu um homem que era membro da orquestra do Imperador, embora não soubesse tocar uma nota sequer. Obtivera esse lugar, de flautista por sinal, através de conhecimentos pessoais. E, assim, por muitos anos, onde quer que se encontrasse a orquestra, achava-se ali o falso musicista, o qual, colocando o instrumento em seus lábios, dava a impressão que executava belos números. Com esse emprego, ganhava o suficiente para viver confortavelmente.

Mas veio o dia quando o Imperador desejou ouvir um solo de cada componente da orquestra. O flautista, quando soube da notícia, desmaiou, e quanto mais se aproximava o dia da sua apresentação, mais desesperado ficava. Por algum tempo, tomou lições de um profissional, mas em vão; não tinha ouvido para música, nem tampouco talento. Planejou dizer que estava doente, mas lembrou-se de que o médico da corte poderia desmenti-lo. Na manhã em que deveria comparecer perante o monarca, para executar o seu solo, o pretenso flautista pôs fim à sua vida, ingerindo forte dose de veneno. Essa foi a origem de um antigo provérbio chinês, que diz: “Ele não ousou enfrentar a música”.

Não é sem razão que a Palavra de Deus adverte: “Sabei que o vosso pecado vos há de achar”. Núm. 32:23.

 

FIQUEMOS  FORA  DO  TERRENO  DA  TENTAÇÃO

Mat. 6:13

 

Muitos anos atrás, um jovem ébrio entregou o coração a Jesus. Resolveu abandonar a velha vida de pecado e afastara-se dos amigos que o haviam levado àquela vida desregrada. Todavia, em suas idas do campo, onde morava, para a cidade, ele após a conversão amarrava o cavalo ao mesmo velho muro em frente ao botequim.

– Jovem, advertiu-lhe um amigo bem-intencionado, se você quer mudar de vida, é melhor procurar outro muro em que amarrar o cavalo!

Meditações Matinais.

 

FUGINDO  DO  PECADO

 

Uma menina, no tempo em que a conversão das crianças não era motivo de tanta oração como agora, pediu para ser aceita como membro da Igreja Batista.

– Você era pecadora antes da transformação de que agora fala? perguntou-lhe um idoso diácono.

– Sim, senhor, foi a resposta.

– E agora, ainda é pecadora?

– Sim, senhor, sinto que sou maior pecadora que nunca.

– Então, que transformação se operou em você?

– Não sei explicar exatamente – disse ela – mas eu costumava ser uma pecadora que corria atrás do pecado, e agora sou uma pecadora que foge do pecado.

Eles a aceitaram e, por muitos anos, foi ela uma luz brilhante e irradiante, e está agora onde não mais existe pecado de que fugir.

A.B. Webber.

 PARA  CIMA

 Verificou-se que, na misteriosa flora submarina, nas profundezas abismais do oceano, medra estranha flor. De um mesmo “caule”, que se bifurca em duas “hastes”, e nas extremidades destas surge a flor. São aparentemente iguais. Crescem e desenvolvem-se paralelamente. Uma delas se desprende da “haste”, solta-se, vai subindo, subindo, varando a imensa massa líquida do Oceano até atingir lá em cima a superfície e receber o beijo ardente do Sol. No entanto, a outra flor, sua companheira, não se desprende da haste. Ali fica, desmancha-se, dilui-se, vira nada…

Assim são as pessoas em relação a Jesus. Uma se eleva, rompe o pecado, sobe na vida cristã, atinge as alturas e alcança a salvação. Outra perece na baixeza do pecado e da miséria. As duas atitudes, como as dos dois malfeitores…

Oxalá, ninguém dos presentes venha a morrer no pecado, mas venha a morrer para o pecado, confiante nAquele que morreu pelo pecado. – A.B.C.

 CONSEQÜÊNCIA  DO  PECADO

 Um pregador, depois de longa viagem, já tarde da noite alcançou uma igreja do sertão, reunida para ouvir a mensagem do Evangelho. No auditório estava também um apóstata da fé que, atraído pelo desejo de ouvir um novo pregador, voltou à Casa de Deus.

O ministro, sem que soubesse haver um apóstata no auditório, para ilustrar o fato de que as pessoas que procuram o bem, ainda que se afastem temporariamente da Igreja, voltam ao seu seio, e só ficam de fora os maus, os sujos, chamou a atenção do auditório para a arca de Noé, com o corvo e o pombo que foram soltos, para ver se as águas baixavam. Esta, que não tinha disposição para saciar-se em corpos putrefatos, voltou à arca; aquele, encontrando em abundância o que saciasse o seu apetite carnívoro, não regressou.

O pobre homem que apostatara, ao caminhar, quase madrugada, para sua choça, disse a um companheiro: “Eu sou o corvo da Arca. O pecado prendeu-me no mundo, não mais posso alegrar-me no Evangelho”.

E foi o testemunho dos que conheciam que o seu segundo estado, depois de abandonar o Evangelho, era lamentável, sete vezes pior que o primeiro, antes de ter aceitado a verdade.

PECADO

Um rapaz estava serrando um velho tronco de laranjeira, em toros, para lenha. O tronco seco era duro de serrar e rachar. Ele, entretanto, estava com pressa, pois desejava encontrar-se com alguns companheiros, para ir pescar. Irritado, acabou machucando-se, e proferiu palavras ásperas contra a serra e contra a lenha.

O pai ouviu-o e, depois que ele acabou o seu trabalho, chamou-o e pediu que trouxesse pregos, o martelo e uma torquês. Pediu depois que trouxesse um toro da laranjeira. Calmamente o pai lhe disse: pregue um prego na parte serrada. Logo estava feito o que o pai ordenara.

– Agora arranque o prego.

– Isto é fácil, disse o filho, embora intrigado.

– Agora arranque o buraco que o prego fez.

– Isto eu não posso, papai!

Alguns anos mais tarde este filho contou o efeito que essa lição produzira. Ele compreendeu que, irando-se ou fazendo o que não era direito, produzia o efeito do prego sobre o coração: ainda que fosse arrancado depois, deixaria os seus efeitos.

 

“QUE  É  PECADO?”

Perguntou João Wesley, certa vez, à mãe: “Que é pecado?” Respondeu-lhe ela: “Se quiseres julgar da legalidade ou ilegalidade de um prazer, adota esta regra: Qualquer coisa que debilite tua razão, que diminua a sensibilidade da tua consciência, obscureça tua concepção de Deus, ou enfraqueça teu gosto pelas coisas espirituais; qualquer coisa que aumente o domínio do corpo sobre a mente, isso é pecado, por mais inocente que em si mesmo pareça”.

Há alguns meses, em certa noite escura, foi um navio torpedeado no Norte do Atlântico. Ao submergir, foram abaixados os botes salva-vidas, que estavam aprovisionados e prontos para qualquer emergência. O bote do comandante levava uma pequena metralhadora como proteção, como também a bússola do navio, e ele ordenou aos botes que o seguissem enquanto se dirigia à terra mais próxima.

Perto do meio-dia o comandante começou a suspeitar que alguma coisa não ia bem, que a bússola não marcava o Norte. Por algum tempo esteve perturbado. Porém descobriu, repentinamente, que a metralhadora é que estava afetando a agulha. Somente depois de ter, de muito má vontade, atirado a arma ao mar – visto não haver lugar nos outros botes – puderam dirigir-se à terra, a um lugar seguro.

Com que freqüência, enquanto passam os dias, algo que insistimos em levar conosco, somente para nosso bem-estar ou proteção, influi sobre a delicada bússola da consciência, de maneira que já não aponta corretamente!

 SENTIR  O  BASTANTE  PARA  ABANDONAR

Um ministro foi certa vez falar a um grupo de crianças. Ao iniciar sua palestra, fez a pergunta: “Que significa a palavra arrependimento?” Um rapazinho levantou a mão.

– Fale, meu jovem, disse o ministro.

– É sentir tristeza pelos pecados, respondeu o garoto. 

Uma menina, sentada mais atrás, levantou também a mão.

– Que pensa você, menina, perguntou o pregador.

– Eu acho, eu acho… que é sentir o bastante para os abandonar.

– Adaptado.

PECADO

Um grupo de estudantes fora visitar uma fábrica de lentes. Em uma das seções viram uma lente de cerca de um metro de diâmetro e trinta centímetros de espessura em preparação. O operário pediu que não tocassem nela, pois estava sendo polida, e era muito fácil estragá-la.

Um dos estudantes perguntou:

– Quanto tempo levou para preparar este disco de vidro, seis meses?

E o fabricante de telescópios respondeu calmamente:

– Nada menos do que quatro anos.

– E quanto tempo levará para poli-lo? perguntou outro.

– Dois anos, respondeu o perito. Esta lente de 40 polegadas de diâmetro tem um foco de 50 polegadas. Isto é, quando pronta, esta lente tem que apanhar os raios de uma estrela e projetá-los todos sobre um único ponto, exatamente a 50 polegadas. Se um só raio cair a uma fração de milímetro aquém ou além do ponto focal, a lente é defeituosa.

– E como o senhor consegue isto?

– Com paciência e sem o emprego de força ou máquinas. Tudo é feito com vista exercitada e a mão educada. Uma unção com cera aqui, um pouco de tinta ali e a pressão do polegar nos pontos defeituosos, eis tudo.

– Com a pressão do polegar?!… o senhor pode acalcar este vidro resistente?

 

O  PECADO  DENUNCIA

Há na Escritura esta frase tremenda: “Sabei que o vosso pecado vos há de achar”. Núm. 32:23. É uma verdade, não só com referência à vida futura, mas também a esta vida. Poucas coisas há que não venham a ser descobertas; mesmo as feitas e ditas em segredo são registradas em nossa mente, de forma que aí permanecem fixadas.

Segundo notabilidades médicas, cada pensamento ou ato fica registrado em nosso cérebro pela modificação das células. O pensamento fica arquivado como num grande cartório. A célula tem poder em si mesma, independentemente da vontade, de reproduzir atos ou palavras a qualquer hora. Assim explicam a força do hábito e o poder dos costumes sobre os homens. Quem encobertamente pensa numa coisa vil, quando menos esperar há de vê-la descoberta.

Quando chegarmos perante Deus e virmos face a face o nosso Salvador e contemplarmos o Seu semblante imaculado, e quando os Seus olhos puros penetrarem no íntimo da nosso alma, aí não ficará uma só coisa que não seja descoberta. Então sentiremos a realidade de que nossos pecados mesmo são os nossos mais cruéis denunciadores perante o tribunal divino.

 CASA  SEM  JANELAS

 Faz alguns anos, construiu-se em uma cidade um edifício para os cegos. A comissão, depois de pensar sobre o caso, resolveu que seria inútil gastar dinheiro com as janelas para entrar luz, visto ser o edifício destinado aos cegos.

Inaugurou-se o novo prédio e os pobres cegos foram admitidos. Não obstante a sabedoria da comissão, as coisas não correram bem e logo os cegos ficaram doentes. Era difícil saber o que tinham e até dois deles morreram.

A comissão novamente se reuniu para tratar desse assunto tão importante, e um deles propôs que se abrissem janelas para se obter luz para os doentes. Com a luz, os rostos pálidos dos enfermos ganharam cor, a energia aumentou, e logo melhoraram. Então logo se soube que a causa da doença era a falta de luz. Apesar de serem cegos não podiam viver sem luz.

Semelhante é a condição de muitas pessoas. Procuram viver sem a luz que é Cristo. Edificam paredes de pecados, rejeitam a luz divina e morrem espiritualmente. Que verdade disse o filho de Deus: “A Luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas que a luz, porque suas obras eram más. Porque todo aquele que faz o mal aborrece a luz e não vem para a luz para que suas obras não sejam reprovadas.” João 3:19, 20.

J.R.C.

DE  QUEM  É  A  CAMPAINHA  QUE  TOCA?

Certo amigo costumava levar um despertador no seu carro. Sempre que o carro ao correr na estrada dava um solavanco, mesmo que fosse leve, tocava de mansinho a campainha. À princípio quando a campainha tilintava, veio-lhe a idéia de levar o despertador ao relojoeiro, para ser consertado (de fato estava no caminho para a relojoaria quando o colocou no carro). Mas agora, conta ele, ao ouvir soar a campainha do despertador, sabe que os caminhos de sua vila estão em mau estado e que a municipalidade tem a culpa por não os consertar.

Não é interessante notar a significação que adquiriu esse despertador? O pecado é da mesma maneira. Ao princípio nos faz lembrar que nós temos de fazer algo para corrigir nossas faltas, mas logo quando o mal de adiar essa correção se arraigou em nós, permitimos que os pecados nos faça lembrar que alguém deve fazer algo para corrigir seus pecados. – Zion’s Herald.

 ÁGUA  DOCE  EM  MEIO  A  ÁGUA  SALGADA

 Existe no Golfo Pérsico uma ilha chamada Bahrain. Nela medram tamareiras e outras fruteiras tropicais, e no entanto, não há nela rio, nem fonte, nem poço. Como conseguem os habitantes, água doce? São rodeados pelo mar, cuja água não serve para beber nem para regar as plantas.

O segredo dessa linda ilhota esconde-se sob as águas do mar, um pouco abaixo do ponto mais baixo da maré. Ali há mananciais de água doce, que nunca faltam. Quando os moradores da ilha precisam de água, vadeiam pelo mar a dentro e quando sentem água fria nos tornozelos, sabem que estão perto dos mananciais de água doce. Mergulham então as suas garrafas, colocam-nas no lugar em que sentem a água fria. Tiram-lhes então a rolha e as garrafas se enchem de água potável. Arrolham bem as garrafas e com elas voltam para a praia. Essa água jamais lhes falta.

Assim vivemos nós num mundo em que o pecado, à semelhança da água salgada que circunda Bahrain, encontra-se abundante ao redor de nós, mas aos que conhecem o amor de Deus, existe uma fonte inexaurível de graça vivificante, que Jesus provê.

A  SANTA  CEIA

 “A ceia do Senhor aponta não apenas para o passado, mas também para o futuro… Cada celebração da ceia do Senhor é uma afirmação prévia e uma antecipação da grande ceia das bodas.” – Clark’s Commentary, Vol. V, pág. 161.

Se for possível, mostrar a gravura de Leonardo da Vinci, que representa “A Última Ceia”, e deixar que as crianças a olhem, enquanto o professor conta a seguinte história:

O artista Leonardo da Vinci pintou o belo quadro da última ceia. Enquanto o pintava, procurava por pessoas que pudessem ser os modelos. Ele desejava um rosto belo e pura face para representar Jesus, e outro rosto ímpio e pecador para pintar Judas.

Afinal o artista encontrou um jovem com rosto belo e puro. Era Pietro Bandinelli, cantor de coro sacro. Passaram-se anos e o grande quadro ainda não estava terminado, pois o artista não conseguia encontrar um rosto que pudesse representar Judas.

Ele pensou: “Preciso encontrar um homem de coração mau, cuja fisionomia mostre o mal em sua vida”. Um dia, nas ruas de Roma, viu um mendigo de fisionomia má e horrenda. O mendigo concordou em posar para o retrato de Judas. Logo o pintor pôde completar a face do traidor. Ao terminar o trabalho, e pagar o mendigo, o artista perguntou o seu nome.

“Pietro Bandinelli”, respondeu o mendigo. E acrescentou: “Eu posei também para o modelo de Jesus Cristo.”

A vida ímpia que o jovem havia levado transformara uma fisionomia pura e santa como a de Jesus, noutra má, a ponto de poder representar Judas.

Judas não pecou pela primeira vez essa noite. Ele permitira que pequenos pensamentos de inveja lhe ocupassem a mente. Havia-se ressentido por lhe haver Jesus repreendido o egoísmo. Esses pensamentos, a princípio pequenos, tinham crescido a ponto de encher-lhe o coração e a mente, e já agora estava disposto a vender seu Senhor.

Devemos pedir ao Senhor que nos mostre o pecado em nosso próprio coração, a fim de poder atacá-lo. “Porventura sou eu, Senhor?”, é a pergunta que cada um de nós deve fazer, e o que deve ser expulso de nossa vida ser-nos-á mostrado. “

POR  QUE  SOSSOBROU  O  NAVIO?

 Conta-se a história de um navio que fora construído num dos estaleiros da Inglaterra e aparelhado com os mais aperfeiçoados e modernos instrumentos de navegação. A bússola havia sido aprovada e tudo que se pôde fazer se fez para garantir a segurança dos passageiros. A primeira viagem a um porto estrangeiro constituiu um excepcional acontecimento para os marinheiros. Assim passaram alguns dias de navegação tranqüila quando, de súbito, o marinheiro que estava de vigia exclamou: “Há rochas em nossa frente!” E, antes que se pudesse mudar o curso do barco, deu contra os escolhos, causando-lhes uma séria avaria.

As investigações comprovaram que o barco, na hora da catástrofe, achava-se várias milhas fora do seu curso. Foi difícil saber como isso pôde acontecer, mas ao examinarem a bússola, descobriu-se perto da mesma, encravado, um parafuso de aço. Foi isso suficiente para desviar a agulha da bússola alguns pontos, resultando no embate da nave contra os rochedos.

O mesmo acontece com o pecado quando está sendo guardado no coração por algum tempo, pois fará com que nos desviemos da senda reta da justiça, e logo soframos o naufrágio. O pecado é alguma coisa perigosa para ser albergada no coração. – The New Testament Christian.

O  PONTO  VULNERÁVEL

 Relatam os poetas clássicos o caso de Aquiles – guerreiro grego – cuja mãe, orientada pelo oráculo, o mergulhou, sendo ele ainda criança, no rio Lethe, a fim de protegê-lo de qualquer perigo que o pudesse atingir em conseqüência da guerra de Tróia. Páris, porém, seu inimigo irreconciliável, ficando ciente também pelo oráculo, que Aquiles tinha o corpo invulnerável, com exceção do calcanhar (por onde sua mãe o segurara ao imergi-lo no rio) tirou partido desta falha e feriu-o com certeiro golpe precisamente no calcanhar, e o matou.

Para enfrentar a luta contra o adversário das almas, o cristão se veste ou deve vestir-se de toda a armadura de Deus. Mas, muito cuidado em não negligenciar nenhuma peça, por menor que seja. Cuidado em não deixar uma mínima parte do corpo sem proteção, porque precisamente por ela é que o dardo inflamado do inimigo entra. Se são os olhos, ele os dardejará, exibindo figuras lascivas; se são os ouvidos, ele os atingirá com maus conselhos ou conversa de baixo quilate; se a língua, ele a moverá para falar mal e produzir danos a terceiros; se os pés, ele os moverá para freqüentar lugares onde os anjos de Deus não podem entrar, e assim por diante.

Há algum ponto vulnerável em você, não coberto pela armadura de Deus?

TODOS  PECARAM

Rom. 3:23

Gesticulando com os braços, um evangelista sensacionalista pregava o que a imprensa depois noticiou como um sermão fúnebre. Na frente do púlpito estava um esquife, sobre o qual havia flores em profusão. Não houve elogios. Segundo o pregador, o falecido cometera todos os pecados de que há conhecimento. Fora de fato ímpio. Declarou o pregador que seu destino estava selado. Terminado o sermão, os presentes desfilaram junto ao esquife, para mais uma vez contemplarem o corpo daquele pecador impenitente. Ao olharem os passantes para aquele esquife vazio, cada qual via o próprio rosto refletido no espelho ali colocado. – Meditações Matinais.

PRISIONEIROS

No “Deserto Atômico de Nevada”, dez homens aguardam a morte. São vítimas das irradiações atômicas. Trabalhavam como cientistas, técnicos ou simples operários, com os materiais produtores da energia atômica. Quando se descobriu a perigosa doença, já não havia salvação. Logo se construiu para os doentes uma casa revestida de chumbo. A única comunicação com o exterior são os telefones. De vez em quando os condenados à morte recebem a visita de um médico que, apesar do perigo das irradiações, se prontificou a tratar dos “homens atômicos”. As refeições são-lhes dadas através de uru pequeno alçapão, para dentro da casa de chumbo.

Mesmo depois de mortos, esses dez não podem ser sepultados pela família. As irradiações atômicas, expedidas mesmo pelo cadáver, seriam muito perigosas. Só em pensar é terrível! Homens livres, mas presos fatalmente!

Não nos assemelhamos todos a essas pessoas dignas de lástima? A doença funesta que contraíram é o pecado. E o salário do pecado é a morte, diz a Bíblia. Uma última cerimônia, muitas coroas de flores, discursos, e então baixa o silêncio sobre o montículo de terra. Todos nós nos achamos presos numa casa de chumbo, da qual unicamente Cristo nos pode livrar!

H. Hein, Kraft und Licht.

TRISTE  LAMENTAÇÃO  DO  RELAPSO

Jer. 8:20

Observei em Bombaim, a construção de um gigantesco edifício. Dia a dia, ao passar por ali, notava que se ia erguendo sempre mais alto. Em toda a volta da construção, com ela iam subindo os confusos andaimes de bambu. Atadas umas às outras por cipós, aqueles milhares de varas obscureciam o edifício que estavam ajudando a construir. Os trabalhadores enxameavam os andaimes, passando uns aos outros, tijolos, argamassa e outros materiais.

Algumas semanas mais tarde, que mudança! Todos aqueles feios andaimes tinham sido removidos. Ali estava o edifício pronto, em toda a sua beleza, aquedando inquilinos. Mas aqueles andaimes tinham desempenhado importantíssimo papel na construção. O edifício não poderia ter ficado completo sem eles. Mas, depois de haver servido a seus fins, foram derrubados e removidos! – Meditações Matinais.

ABORRECER  O  PECADO

Certo homem queria converter-se, porém lamentava as renúncias que teria que praticar para isso.

– Terei que desistir de muita coisa. Há muita coisa que agora posso fazer, e que deverei deixar de fazer.

– Mas, disse o crente, há muitas coisas que você agora não pode fazer. Não pode, por exemplo, comer lama, ou bebê-la.

– Não, replicou o outro, nem quero fazer semelhante coisa!

– Perfeitamente! foi a resposta. E se o você se torna um cristão 100%, todo pecado perderá o gosto. Não quererá mais cometê-lo.

Ao aceitar a Cristo, não renunciamos a nossa liberdade, mas nossa escravidão, e tomamo-nos livres para fazermos o que nos agrada, porque nos será agradável fazer a vontade de Deus. – The Christian Age.

PROCESSO  DA  APOSTASIA

Estavam certa vez dois ministros do Evangelho caminhando ao lado de um rio, quando chegaram junto a uma enorme árvore que jazia derrubada por uma tempestade. Era uma árvore alta e copada, e parecia robusta e forte. Devia ser já quase secular. Aproximando-se para examiná-la, viram que havia se partido justamente acima das raízes. E, olhando mais de perto, viram que apenas o exterior estava são: o centro estava completamente podre. O cerne havia estado em processo de apodrecimento por muitos anos.

Você sabe, perguntou um ministro, que uma árvore nunca se quebra desta maneira, a não ser que tenha sofrido antes um processo de destruição interna?

Lição muito sugestiva, volveu o outro, para nós e para os membros de nossa igreja. Não se dá o mesmo com a apostasia de muitos membros? É raro os homens apostatarem de uma vez, caindo em pecado notório e flagrante. – Bowes.

O  PECADO  É  PODER  QUE  ESCRAVIZA

Rom. 7:24

Conta um ministro que o homem que estava à sua frente apresentava aspecto confrangedor. Corpo franzino, doentio; as mãos, trêmulas. Os olhos, encovados, como que suplicavam auxílio. Anos atrás desistira de boa posição numa das estradas de ferro da Índia, para servir ao Senhor. Mas apesar desse sacrifício nunca se unira à Igreja. Por quê? Porque um mau hábito prendia-o com garras de ferro: Não conseguira romper com o hábito de fumar. Era na verdade um escravo da nicotina.

– Ore por mim, pastor!, suplicava ele. Poucos minutos depois estavam de joelhos, pleiteando a vitória.

Aconteceu então coisa estranha. Quando o pastor orava pedindo a Deus que concedesse ao pobre homem completo e imediato alívio, ele o interrompeu: “Pastor, peça a Deus que me dê a vitória na próxima quinta-feira”. Era terça-feira.

Seu amigo tinha ainda no bolso um maço de cigarros, que queria acabar de fumar. Jamais aquele pobre homem conseguiu o domínio sobre o vício. Foi de mal a pior. Da última vez que o pastor viu, o álcool também o subjugara. – Meditações Matinais.

O  SALÁRIO  DO  PECADO  É  A  MORTE

Rom. 6:23

Conta um residente em Bombaim que junto da janela de sua casa, um bando de corvos crocitava horrivelmente. De súbito o ruído cessou. Olhou pela janela. Todos os corvos, menos um, haviam fugido. Bem alto, na ramagem da árvore, um infeliz corvo ficara preso entre os galhos, e forcejava desesperadamente por livrar-se. Na manhã seguinte ainda se encontrava lá, preso ainda, lutando pela liberdade. Não havia jeito de se subir à árvore para livrar a ave. Por vários dias o pobre corvo continuou sua luta inútil. Dia a dia seus esforços se tornavam mais débeis. Por fim, aquietou-se. Por várias semanas a carcaça ali permaneceu dependurada, qual monumento a uma batalha perdida.

Meditações Matinais.

O  JUÍZO  ÀS  VEZES  É  ADIADO

Ecles. 8:11

Tempos atrás foi preso em Nova York um indivíduo que cometera um bárbaro crime, fazia 30 anos. Por todo esse tempo conseguira fugir do braço da lei. Um dia tingiu de preto seu cabelo grisalho. Um conhecido dos dias antigos reconheceu-o. Foi preso, julgado e sentenciado. Afinal, a lei apanhou o culpado, que sofre a punição.

Meditações Matinais.

O  PODER  QUE  SE  NOS  OPÕE  É  O  PECADO

I João 3:4

O evangelista João Tomás assim descreve esse poder que se nos opõe: “O pecado é uma torrente que, quanto mais longe, mais depressa corre. O pecado é um hábito: quanto mais tempo demora, mais forte se torna. O pecado é uma excrescência: arraiga-se na alma de nosso ser. O pecado é escravidão: forja novas cadeias em torno de sua infeliz vítima. O pecado é um declive moral: aumenta sua gravidade à medida que resvala para o inferno. O pecado é um desvio: alarga a distância entre a alma e Deus.” – Spiritual Messages.

ENTREGUES  AOS  NOSSOS  ÍDOLOS

Oséias 4:l7

Hoje em dia, não é preciso irmos a países pagãos para encontrar ídolos. Nosso país está cheio de falsos deuses.

Dwight L. Moody disse certa vez: “Qualquer coisa que amemos mais do que a Deus, é nosso ídolo. O coração de muitas pessoas é semelhante a essas capelinhas de beira de estrada, tão cheias de ídolos, que quase não sobra espaço para nos virarmos no seu interior”.

Diz o profeta Ezequiel: “Filho do homem, estes homens levantaram os seus ídolos em seus corações.” Ezeq. 14:3. – Meditações Matinais.

DEUS OBSERVA NOSSO PECADO

Jó 10:14

Estava um colportor visitando os lares das mais belas ilhas das Índias Ocidentais. Um dia entabulou conversa com um habitante da ilha, conhecido criminoso que já estivera preso por homicídio. A conversa enveredou para o assunto do juízo.

Jovem, disse o homem, com expressão de espanto; quer o senhor dizer que Deus faz um registro de cada pecado que cometo – mesmo dos pecados mais secretos?

Sim, respondeu o irmão colportor, mesmo dos pecados mais secretos. Todos são observados mais cuidadosamente. Um dia teremos de enfrentá-los todos em juízo.

O homem ficou tão abalado com esse pensamento solene, que se pôs a chorar, e instou com o visitante cristão que orasse por ele. Poucas semanas depois o pobre homem veio a falecer, mas havia confessado os pecados e possuía a esperança em Jesus. – Meditações Matinais.

O  PECADO  SECRETO  TEM  QUE  SER  VENCIDO 

Sal. 19:12

Já viram alguma vez uma laranja bichada? Por certo que viram! E já descobriram como foi que o bicho penetrou na fruta? Dizem os entendidos que o inseto depositou um minúsculo ovo na flor, e o verme foi incubado na fruta.

Uma vida de transgressão em geral se inicia da mesma maneira: um pecado “oculto” talvez mesmo “inconsciente”, é acariciado no coração. Ele cresce e se desenvolve. Resultado final? Morte! (Rom. 6:23). Não admira que o salmista classe: “Purifica-me de faltas secretas!”

Meditações Matinais.

Histórias de fé e de esperança parte 1

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prjulio

Pastor da Igreja de Deus no Bairro Santa Terezinha - Catalão/Go. Pastoreando a 16 anos, pai de 5 filhos, Servo do Deus altíssimo, utilizando a internet como meio de propagação da palavra de Deus a quem desejar. Com humildade e amor.

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