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Nossos atos e os atos de deus

Nossos atos e os atos de deus

 

Texto: Salmo 34: 1- 9   1 LOUVAREI ao SENHOR em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca. 2 A minha alma se gloriará no SENHOR; os mansos o ouvirão e se alegrarão. 3 Engrandecei ao SENHOR comigo; e juntos exaltemos o seu nome. 4 Busquei ao SENHOR, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores. 5 Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos. 6 Clamou este pobre, e o SENHOR o ouviu, e o salvou de todas as suas angústias. 7 O anjo do SENHOR acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra. 8 Provai, e vede que o SENHOR é bom; bem-aventurado o homem que nele confia. 9Temei ao SENHOR, vós, os seus santos, pois nada falta aos que o temem.

Introdução.

– Salmo 34:1. – LOUVAREI ao SENHOR em todo o tempo; o seu louvor estará continuamente na minha boca. “Em todo o tempo”.

– Na alegria bendizemos. Na tristeza maldizemos à Deus.

– Somos incoerentes, porque o pecado nos estragou.

– Existe uma grande relação entre os nossos atos e os atos de Deus.

  1. Se nós buscamos à Deus, ele nos livra.

– Salmo 34:4. – Busquei ao SENHOR, e ele me respondeu; livrou-me de todos os meus temores.
– Preferimos confiar em nossos recursos humanos, muitas vezes.

– Deus é poder e não podemos dispensá-lo de nossa vida.

Isaías 55:6.: Buscai ao SENHOR enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto.  É uma advertência. Não podemos perder a oportunidade.

– Ilustração: Daniel 6: 10, 16 e 27.

 Daniel 6:10  Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa (ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer. Daniel 6:16 – Então o rei ordenou que trouxessem a Daniel, e lançaram-no na cova dos leões. E, falando o rei, disse a Daniel: O teu Deus, a quem tu continuamente serves, ele te livrará. Daniel 6:27 – Ele salva, livra, e opera sinais e maravilhas no céu e na terra; ele salvou e livrou Daniel do poder dos leões.

– Ao buscarmos à Deus temos experiências.

  1. Se nós olhamos para Deus, ele nos ilumina.

Salmo 34:5 – Olharam para ele, e foram iluminados; e os seus rostos não ficaram confundidos.
– Ilustração:

1 ) Gênesis 3:8 – E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim. Da comunhão para a fuga da presença de Deus.
2 ) Levítico 26. (Levítico 26:1) – NÃO fareis para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu sou o SENHOR vosso Deus.  “e os fins andar de cabeça erguida”
João 9:24 – Chamaram, pois, pela segunda vez o homem que tinha sido cego, e disseram-lhe: Dá glória a Deus; nós sabemos que esse homem é pecador. 25  Respondeu ele pois, e disse: Se é pecador, não sei; uma coisa sei, é que, havendo eu sido cego, agora vejo.

  • Eu era cego e agora vejo. Luz. 
  1. Se nós tememos à Deus, ele nos cerca de cuidados.

Salmos 34:9 – Temei ao SENHOR, vós, os seus santos, pois nada falta aos que o temem.

– Temer = reverência, louvor. Não é medo.

– Com o passar dos anos as pessoas estão endurecendo os corações,
ou caindo em profundo quebrantamento. ( Europa x América Latina )

– Os homens se consideram “pequenos deuses”.

Conclusão.

Salmos 34:18 – Perto está o SENHOR dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito.

– “Coração quebrantado”. É o posto de soberba.

– Soberba = adorar a si mesmo. Assim não pode adorar à Deus.

– Conversão: Profundo abalo do eu.

– Necessidade de arrependimento. Mais que remorso, culpa, tristeza pelo pecado.
Marcos 8:34 – E chamando a si a multidão, com os seus discípulos, disse-lhes: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me.

 “Se alguém quiser…”

Se nós o buscarmos…. ele nos livra.

Se nós olharmos para ele… ele nos ilumina.

Se nós o tememos… ele nos cerca de cuidados.

– Profunda relação entre os meus atos e os atos de Deus.