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Pregações sobre a família

Pregações sobre a família

Texto: Gênesis 2:18

Introdução: Uma das instituições que mais está sendo atacada no presente é a família. Acredito que por ter um lugar importante nos planos de Deus, Satanás está interessado em destruí-la, portanto, é vital que compreendamos o valor que a família tem; para que desta forma possamos fortalecê-la e ela continue sendo canal do amor de Deus.

Examinemos algumas verdades Bíblicas em relação a família:
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I. A Família Nasceu No Coração De Deus (Gênesis 2:18)
A. Não foi Adão quem primeiro pensou em uma esposa e em filhos. Foi Deus quem tomou a iniciativa. Deus…
1. Observou a solidão de Adão
2. Entendeu a solidão de Adão
3. Solucionou a solidão de Adão
B. O casamento se originou no interior de Deus por isso é fundamental
C. Quando um lar se destrói o coração de Deus é ferido

D. Esta é a razão básica porque Satanás ataca a família, porque odeia os planos de Deus.
II. Deus Criou A Família Como A Solução De Um Problema (Gênesis 2:18)
A. O problema de Adão era a solidão. A família atual ao invés de ser solução, tem se tornado geradora de múltiplos problemas. Os problemas mais comuns na família são:
1. A infidelidade Conjugal
2. A falta de amor
3. Ciúmes (entre cônjuges e entre filhos)
4. Violência física ou verbal
5. As drogas
6. Desobediência dos filhos
III. Deus Quer Ser O Centro Da Família (Salmos 112:1-3)
A. A família que tem Deus é feliz.
B. A família vitoriosa é a que se deleita em seus mandamentos.
C. A promessa de Deus é: UMA DESCENDÊNCIA PODEROSA, BENDITA E PRÓSPERA.
D. Vale a pena orar por nossa família para que ela conheça o Deus vivente.

Conclusão: Deus quer ser o centro da sua família! Porque não permitir que Ele comece com você? Como esposo (a), como pai ou como filho. Você pode ser o canal de benção de Deus para sua família.

Lar: A Primeira Sala de Aula de Uma Criança

Texto: Deuteronômio 6:1-9 – 5:1-21

Introdução: Tiros em uma escola! Como é trágico isso. O que está acontecendo com nossos jovens e adolescentes hoje?

Adolescentes estão tendo bebês, usando drogas, se embriagando, roubando, dando tiros, matando; o que eles pensam que estão fazendo ou será que pensam?

Na maioria destes casos, os adolescentes e jovens não podem ser totalmente responsabilizados tanto quanto seus pais. Por alguma razão os pais não querem aceitar a responsabilidade de cuidar dos filhos que trouxeram ao mundo. O adolescente quer sair de casa assim que puder e a casa é mais um lugar para ir quando não há nenhum outro lugar para ir.

Quantos destes jovens problemáticos têm impressões dolorosas de ser uma criança em sua casa?

Os pais não podem esperar seus filhos agirem de forma diferente de como eles veem seus pais agir e viver. As crianças têm a caraterística de ser tal como os seus pais. Leia também: Eu quero que meus filhos saibam…

Deus confiou os pais com uma responsabilidade mais solene e um privilégio mais precioso. Criar um filho para Deus; e Deus já deu aos pais tudo que eles precisam para criar os seus filhos de uma maneira que trará honra ao seus pais e especialmente a Deus.

Leia Deuteronômio 6:1-9
I. O lar é a primeira sala de aula que uma criança tem
– Como é a sua sala de aula?
– Existe alguma coisa que não deveria estar lá?
– Que tipo de sala de aula que os pais querem para seus filhos?
– Os pais, devem tornar o lar uma sala de aula onde as crianças possam aprender o que Deus quer que elas aprendam. Leia também: Treinando nossos filhos
II. O primeiro curso a ser ensinado no lar são os mandamentos de Deus
– Há 10 capítulos do curso Deus quer que os pais ensinem aos seus filhos.
– Deuteronômio 5:1-21
– Deuteronômio 6:7
III. Os pais devem ser os primeiros professores de seus filhos
– Instrutores/professores não podem ensinar o que não sabem. Pai, você conhece os mandamentos de Deus?
– Pais, vocês devem não apenas ensinar os mandamentos a seus filhos, mas também devem viver o que vocês ensinam. Vocês, pais obedecem aos mandamentos de Deus?
– Pelo seu exemplo de pai, que tipo de professor é você?
IV. O laboratório (experimentos) de vida de seus filhos é a vida
– O que as crianças aprendem no lar vai ser praticado por eles no mundo exterior.
– A vida fora do lar é difícil, dura, sedutora, perigosa e cheia de curiosidades.
– Lembre-se da pequena placa que estava pendurado em uma parede, “Não tem lugar melhor que um lar?”
Conclusão:
1. Os filhos pertencem a Deus e Ele lhes dá aos pais para criar para ele.
2. É uma tremenda responsabilidade e desafio criar uma criança na maneira em que Deus quer.
3. O lar é o lugar que Deus quer que as crianças aprendam Seus caminhos, e que vai preparar as crianças para o mundo em que eles vão um dia viver como adultos e pais.
4. É mandamento de Deus que os pais ensinem seus filhos sobre Deus e Seus caminhos, não outra pessoa na escola dominical.
5. As primeiras coisas que Deus quer os pais a ensinem aos filhos são os Seus mandamentos.
6. Pais, os seus filhos vão conhecer os mandamentos de Deus quando eles estiverem prontos para sair para o mundo?
7. Pais, quão capacitado você está em ser um professor através do exemplo para os seus filhos sobre os mandamentos de Deus?
8. As crianças se tornam o que aprendem no lar.

 

A Verdade Sobre o Divórcio

Texto: Mateus 19:1-12

“Tendo Jesus concluído estas palavras, partiu da Galiléia, e foi para os confins da Judéia, além do Jordão; e seguiram-no grandes multidões, e curou-os ali. Aproximaram-se dele alguns fariseus que o experimentavam, dizendo: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo? Respondeu-lhe Jesus: Não tendes lido que o Criador os fez desde o princípio homem e mulher, e que ordenou: Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas um só carne. Portanto o que Deus ajuntou, não o separe o homem. Responderam-lhe: Então por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la? Disse-lhes ele: Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio. Eu vos digo porém, que qualquer que repudiar sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, e casar com outra, comete adultério; [e o que casar com a repudiada também comete adultério.] Disseram-lhe os discípulos: Se tal é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar. Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem aceitar esta palavra, mas somente aqueles a quem é dado. Porque há eunucos que nasceram assim; e há eunucos que pelos homens foram feitos tais; e outros há que a si mesmos se fizeram eunucos por causa do reino dos céus. Quem pode aceitar isso, aceite-o”.

Introdução: Evidentemente, muitos ainda mantem o casamento em alta estima. Certamente, qualquer pessoa que tenha passado pelo desgosto de um divórcio sabe que o casamento não é um jogo.

Quando olhamos para esta passagem da Escritura em Mateus, capítulo 19, ela nos lembra de que sempre houve dúvidas e controvérsias quanto à questão do divórcio, é provavelmente por isso que os fariseus trouxeram esse assunto “batata quente” a tona.

As coisas não mudaram. O divorcio ainda é um tema controverso na nossa sociedade e no mundo da igreja hoje. Embora amplamente experiente e geralmente comum, ainda é um assunto que a maioria dos cristãos não quer discutir. Se você diz que há muitas razões aceitáveis ​​para o divórcio – você é um liberal e um transigente. Se você diz que praticamente não há razões aceitáveis ​​para o divórcio – você é taxado de conservador e de coração duro.

Portanto, é isso que temos. Todo mundo toma partido no debate. Mas o que acontece com as pessoas envolvidas? Você sabe aqueles passando por isso. Alguém já parou para pensar que “quem está certo” e “quem está errado” no debate é de muito pouca preocupação para aqueles que estão assistindo suas vidas e famílias desmoronar.

Eu não vou tentar responder todas as perguntas hoje sobre o assunto do divórcio. Em vez disso, nós queremos olhar para várias verdades negligenciadas sobre o divórcio.
I. O divórcio é um desvio do plano de Deus.
A. O plano de Deus para nossas vidas é um plano de felicidade e realização.
É importante lembrar que Deus quer que o Seu povo prospere e seja abençoado como prospera nossa alma. Ele é o autor de todo bom e perfeito dom; por isso, seria razoável que a nossa casa desmoronando nunca seria uma parte de Seu plano.

B. Deus fica naturalmente, descontente quando nos desviamos de Seu plano.
Quando olhamos para a escritura, não vemos Deus condenando pessoas divorciadas, mas sim o seu descontentamento nas pessoas que se desviam de Seu plano para suas vidas.
De acordo com Mateus 19:5 é o plano de Deus desde o início que, “Por isso deixará o homem pai e mãe, e unir-se-á a sua mulher; e serão os dois uma só carne?”
E no versículo 8 Jesus continuou: “Pela dureza de vossos corações Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres; mas não foi assim desde o princípio”.
Quando Cristo não tem o controle total de ambas as pessoas em um casamento o resultado é magoa e descontentamento. E a magoa e o descontentamento nunca esteve no plano de Deus.

C. Nós nunca devemos olhar para o divórcio como “ordenado por Deus”.
O divórcio é geralmente o resultado de uma ou de ambas as partes envolvidas não cumprir com o contrato conjugal. Seria bom se pudéssemos fazer algumas pessoas se comportarem, como Cristo deseja, mas não podemos.

Muitas vezes, uma pessoa quer o divórcio e a outra não. Uma delas não se preocupa com o sentimento dos outros e a vontade de Deus, enquanto a outra parte está tentando “resolver as coisas”.
Quando tudo falha, o divórcio é frequentemente o resultado. Pode até ser para o bem de um dos envolvidos; Deus pode até permitir. Mas nunca devemos procurar justificar o divórcio com o fundamento de que Deus quer que aconteça!
II. O divórcio é uma experiência devastadora para todos os envolvidos.
A. O divórcio não é um jogo com os que o vivenciam.

Tem sido dito que, “O divórcio é uma desastre cruel, estúpido e infeliz diante dos filhos, da igreja e de Deus”.
“Um divórcio é como uma amputação: você sobrevive, mas há menos de você”.
Billy Graham escreveu: “O divórcio é uma saída fácil, muitos pensam. Mas… a culpa e a solidão que experimentam, pode ser ainda mais trágica do que viver com seu problema”.

B. A devastação pode continuar para os próximos anos na vida de nossos filhos.
Em seu livro Second Chances, publicado em 1989 pela psicóloga Judith S. Wallerstein relata que o divórcio é devastador para as crianças. Ela estudou cem crianças por mais de uma década e concluiu que quase metade delas estavam afetada com ira, ansiedade e baixa autoestima quando entraram na vida adulta.

C. A destruição vem de tal forma que a dor é muitas vezes o resultado das coisas nunca esperadas.
Por exemplo, um casal pode estar principalmente preocupado em sobreviver à batalha legal apenas para perceber que suas emoções foram muito mais danificadas do que a sua conta bancária.

Uma grande árvore estava no alto da montanha. Ela sobreviveu ao granizo, as fortes nevascas, tempestades, o frio intenso de muitos anos. Então, finalmente, ela foi derrubada por um ataque de pequenos besouros. Assim é com o casamento.

No entanto…
III. O divórcio não destrói o valor de uma pessoa.
A. O nosso valor como seres humanos se baseia no fato de que fomos criados à imagem de Deus.
Cristão ou não, Deus ama cada um e considera todos valiosos o suficiente para morrer por nós.

B. Nosso valor como filho de Deus é que somos as obras de Suas mãos.
Efésios 2:10 nos diz: “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para boas obras, as quais Deus antes preparou para que andássemos nelas”

C. O pecado, o sofrimento e os problemas pode causar grande dor, mas o nosso valor permanece.
Algumas pessoas que se divorciaram disseram, ao entrar novamente no cenário social que se sentiam como bens danificados ou fracassados que ninguém iria querer. Essa não é a maneira que Deus as vê!
Paulo escreveu em Romanos 3:22-24, “isto é, a justiça de Deus pela fé em Jesus Cristo para todos os que crêem; pois não há distinção. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”

Conclusão: Existe alguma esperança? Sim!
Para aqueles que estão pensando em se casar – há uma grande dose de esperança para um casamento feliz quando ambos estão unidos em Cristo.
Para aqueles que estão casados ​​– pensando em divórcio – se há esperança o casamento pode ser salvo; tente!
Para aqueles que são divorciados ou se divorciaram – deixe isso para trás e ame e siga a Deus!
Leia também: Segredos para um casamento bem sucedido

Aqueles que são divorciados devem ver o seu valor aos olhos de Deus. A igreja da mesma forma deve ver o valor das pessoas divorciadas em sua congregação.

Aqueles que estão sofrendo por causa de um divórcio devem perdoar e seguir em frente com a graça e ajuda de Deus.

Juntos e de Acordo

Texto: Amós 3:3

Introdução
1. A Bíblia é extremamente simples em alguns conceitos que apresenta.
2. Sem dúvida, em ditos conceitos há uma sabedoria que se obedecida fará muito bem as pessoas.

3. Os casados tem que aprender uma grande verdade: Não se pode viver em família se não estão de acordo.
4. O acordo é a base.

A. Famílias desunidas
1. Geralmente alguns pais pensam que satisfazendo as necessidades básicas, os filho estarão bem.
2. Os lares precisam muito mais que satisfação de necessidades básicas.
3. As famílias desunidas produzem filhos com conflitos e com problemas graves.

4. Os filhos nascidos em lares onde não há acordo acabam se afastando do que seus pais representam.
5. Muitos jovens preferem não chegar as suas casas por causa dos conflitos familiares.

6. Muitos jovens evadem os problemas de seu lar.

B. Famílias unidas
1. Um filho precisa de um ambiente de paz.
2. A melhor recordação que se pode dar aos filhos é um lar onde há harmonia.
3. Os filhos que crescem em um lar onde há segurança emocional são: a. Mais estáveis emocionalmente.
b. Tomam melhores decisões.
c. Não se deixam levar tanto pelo emocionalismo.
d. São menos volúveis.
e. Tem mais inteligência emocional.
4. Os filhos que crescem em um lar onde há segurança emocional tem menos conflitos escolares. a. Brigam menos.
b. São menos agressivos.
c. São mais solidários.
d. São mais seguros.
5. Os filhos que crescem em um lar onde há segurança emocional tem melhor rendimento acadêmico. a. Estão sempre mais tranquilos.
b. Recebem mais apoio.
c. Podem confiar em seus pais.
6. Os filhos que crescem em um lar onde há segurança emocional tem maior compromisso religioso. a. O lar é o fator chave para a identidade religiosa dos filhos.
b. Quando no lar há harmonia os filhos se identificam com a religião dos pais.

C. Critério Bíblico
1. A Bíblia enfatiza só dois conceitos neste versículo: a. Andar juntos.
b. De acordo.
2. Evidentemente, não se pode “andar”, sem estar juntos e de acordo.
3. Andar juntos implica:
a. Respeito
b. Considerações
c. Aceitar as diferenças.
d. Não intentar anular as diferenças.
e. Entender que homem e mulher são filhos de Deus.
4. Não se anda junto quando:
a. Marido e mulher não se respeitam.
b. Quando um não trata o outro com dignidade.
c. Quando ambos querem ter a razão sempre.

D. Unidade matrimonial
1. Deus desenhou o matrimonio.
a. Não o fez para que marido e mulher vivam em uma constante disputa.
b. Mas para que vivam juntos.
c. Para que andem juntos.
2. O critério para “andar juntos”, é fazer acordos.
a. Um acordo é um pacto entre duas partes.
b. Dois que são iguais, que traçam um critério de conduta para sua relação.
c. Não pode haver acordo quando um se considera superior ao outro.
d. Não pode haver unidade se marido e mulher não se consideram ambos iguais em dignidade.
3. O acordo envolve:
a. Respeito ao outro.
b. Consideração de seus pontos de vista.
c. Compromisso com um pacto de amor.
d. Fidelidade aos votos matrimoniais.
e. Estabelecimento de um ambiente de paz.

E. Implicações
1. No se pode andar juntos e de acordo, com alguém que não tem a mesma fé.
a. Muitas pessoas são ingenuamente otimistas com relação as suas diferenças religiosas.
b. Os filhos destas famílias tem problemas.
c. O principio bíblico é claro: “Não vos prendais a um jugo desigual com os infiéis…” (2 Coríntios 6:14).
· A união entre um cristão e um não cristão é reprovada por Deus.
· Ele conhece as consequências de ditas uniões.
· É uma advertência de quem nos desenhou.
2. Implica ainda, viver em harmonia.
a. O principio bíblico ensina: “Toda amargura, e ira, e cólera, e gritaria, e blasfêmias, e toda malicia seja tirada de entre vós” (Efésios 4:31).
· Deus quer que tenhamos um ambiente de paz.
· Isso só se consegue andando juntos e de acordo.
· O respeito mutuo é a base para o acordo.

F. Famílias que vivem o ideal de Deus
1. As famílias que vivem o ideal de Deus são plenas. a. Conseguem construir relações sólidas.
b. Dividem as dificuldades e saem adiante com relação aos problemas.
2. Se nos atrevermos a viver o que o Senhor espera, então poderemos sair adiante. a. Mas isto não podemos fazer sozinhos.
b. É preciso que firmemos um pacto prévio com Deus.
3. Jesus disse: “Sem mim, nada podeis fazer” (João 15:5). a. Isso implica que não poderemos andar juntos e de acordo, sem a presença de Deus.

Conclusão
• Só a presença de Deus garante a paz e a harmonia.
• Só a paz e a harmonia produz filhos fortes que podem viver em harmonia e paz.
• Sem acordos dirigidos por Deus não há esperança para os casais nem para seus filhos.
• É preciso “andar juntos e em harmonia”, para refletir o caráter de Deus no lar.

Fonte: https://www.opregadorfiel.com.br/2016/04/27-esbocos-de-pregacao-sobre-familia.html

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