PEQUENAS HISTÓRIAS, GRANDES LIÇÕES

Bethoven

Matando Beethoven

Um professor na Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia um dia perguntou aos seus alunos. “Aqui é a história da família. O pai tem sífilis. A mãe tem tuberculose. Eles já tiveram quatro filhos. O primeiro filho é cego. O segundo filho morreu. O terceiro filho é surdo e o quarto filho tem tuberculose. A mãe está grávida. Os pais estão dispostos a ter um aborto se for recomendado. O que é que vocês recomendam?” A maioria dos alunos optaram pelo aborto. “Parabéns,” anunciou o professor. “Você acabou de matar Beethoven.” Nada é tão final quanto à morte, mesmo quando é feito cedo na vida.

– Terence Patterson em James S. Hewett, “Illustrations Unlimited” (Ilustrações Ilimitadas) (Wheaton: Tyndale House Publishers, Inc, 1988) p. 113.

A importância da Pontuação.

Um milionário redigiu seu testamento desta forma:

“Deixo a minha fortuna para o meu irmão não para o meu sobrinho jamais para o meu advogado nada para os pobres.”

Como se vê, ninguém entendeu, porque não há nenhuma pontuação e houve enorme confusão entre os interessados na herança.

O irmão achou que o certo seria assim:

“Deixo minha fortuna para o meu irmão; não para o meu sobrinho, jamais para o meu advogado, nada para os pobres.”

Veio o sobrinho e disse que o certo era:

“Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho; jamais para o meu advogado, nada para os pobres.”

Por sua vez, o advogado sustentou que a redação era:

“Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho, jamais; para o meu advogado, nada para os pobres.”

Finalmente, um defensor dos pobres disse que o certo na realidade era:

“Deixo a minha fortuna: para o meu irmão, não; para o meu sobrinho, jamais; para o meu advogado, nada; para os pobres.”

E o desfecho da história, o deslinde da questão? Também temos curiosidade de sabê-lo… De qualquer forma, fica o lembrete:

Aprenda a pontuar e, quando redigir seu testamento, pontue-o convenientemente, sem criar charadas para os impacientes herdeiros.

Fonte: boasnovasnaweb.com

Quem deve a quem?
Uma tarde, um menino aproximou-se de sua mãe, que preparava o jantar, e entregou-lhe uma folha de papel com algo escrito. Depois que ela secou as mãos e tirou o avental, ela leu: * Cortar a grama do jardim: R$3,00 * Por limpar meu quarto esta semana R$1,00 * Por ir ao supermercado em seu lugar R$2,00 * Por cuidar de meu irmãozinho enquanto você ia às compras R$2,00 * Por tirar o lixo toda semana R$1,00 * Por ter um boletim com boas notas R$5,00 * Por limpar e varrer o quintal R$2,00 * TOTAL DA DÍVIDA: R$16,00. A mãe olhou o menino, que aguardava cheio de expectativa. Finalmente, ela pegou um lápis e no verso da mesma nota escreveu: * Por levar-te nove meses em meu ventre e dar-te a vida -NADA * Por tantas noites sem dormir, curar-te e orar por ti -NADA * Pelos problemas e pelos prantos que me causastes – NADA * Pelo medo e pelas preocupações que me esperam – NADA * Por comidas, roupas e brinquedos – NADA * Por limpar-te o nariz – NADA * CUSTO TOTAL DE MEU AMOR – NADA. Logo após isso, pegou um lápis e escreveu com uma letra enorme: “TOTALMENTE PAGO”. Assim somos nós adultos, como crianças, querendo recompensa por boas ações que fazemos. É difícil entender que a melhor recompensa é o AMOR que vem de Deus. E para sorte nossa é GRÁTIS. Basta querermos recebê-lo em nossas vidas.
– Do site de Pr. Walter Pacheco
Fonte: boasnovasnaweb.com

Eu O Amei Bastante
“Você não me ama! ” Quantas vezes suas crianças tentaram essa com você? Em algum dia quando minhas crianças forem grandes o suficiente para entender a motivação lógica de uma mãe, eu lhes direi: * Eu o amei o bastante para insistir em saber aonde você ia e a que horas você chegaria em casa.
* Eu o amei o bastante para lhe deixar descobrir que seu amigo não era bom.
* Eu o amei o bastante para ficar no seu pé por duas horas enquanto você limpava seu quarto, um trabalho que eu teria feito em 15 minutos.
* Eu o amei o bastante para ignorar o que toda outra mãe fazia ou dizia.
* Eu o amei o bastante para deixá-lo tropeçar, cair, se machucar e falhar.
* Eu o amei o bastante para lhe aceitar do jeito que você é, e não do jeito que eu queria que você fosse.
* Acima de tudo, eu o amei o bastante para dizer “não” mesmo quando você me odiou por isto.

Algumas mães não sabem quando o trabalho delas termina. Elas acham que quanto mais tempo os filhos dependem delas, melhores mães elas são.

Eu comparo crianças a pipas. Você passa a vida tentando fazê-los sair do chão. Você corre com eles até que ambos ficam ofegantes… eles caem… você aumenta a cauda. Você conserta e conforta, ajusta e ensina – e os assegura de que um dia eles voarão.

Finalmente eles estão no ar, mas precisam de mais fio, e você continua aumentando-o. Com cada torção da bola de barbante, a pipa fica mais distante. Você sabe que não levará muito tempo para aquela criatura bonita romper a linha de vida que a unia a você e planar – livre e só. Só então você saberá que cumpriu sua missão.

Erma Bombeck, de “Sempre, Erma”, citado no Sumário de Leitor, 1997 de março, pág. 148

Copyright © 1996-2005 by Biblical Studies Press, L.L.C., usada com permissão do site www.bible.org

fonte: http://www.igrejadedeusonline.com/new/index.php?option=com_content&view=category&id=36&Itemid=59

Deus te ama e tem um plano maravilhoso de vida e salvação para você!!!
Pastor Júlio Fonseca

0 comentário em “PEQUENAS HISTÓRIAS, GRANDES LIÇÕES”

  1. Lindas! Porém sejamos sinceros, brasileiros criam os filhos muito dependentes! Isso é horrível, causa problemas pro resto da vida.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.